SANTIAGO, 08 Mar. 16 / 05:30 pm (ACI).- Manifestações, abaixo-assinados, oração e jejum são algumas das iniciativas realizadas por diferentes grupos pró-vida para rechaçar o projeto de lei no Chile que foi aprovado, em primeira instância, no último dia 1º de março pela Comissão de Constituição da Câmara de Deputados.

 

Agora, o texto será discutido na Comissão de Fazenda e depois passará para a Sala de Deputados para ser revisado pelos 120 membros e em seguida continuará sua tramitação no Senado.

O grupo ‘Siempre por la Vida’ (Sempre pela Vida), projeto da Fundação ‘ChileSiempre’, convocou pelo segundo ano consecutivo uma celebração pelo Dia do não nascido e pela adoção. O evento irá acontecer no dia 21 de março na Praça da Constituição a partir das 13h.

“Somos milhares de pessoas que estamos dispostas a nos mobilizar a fim de defender e promover o direito à vida da concepção até a morte natural. E precisamente esta é a ênfase da nossa mensagem, nós não estamos somente contra o aborto, mas também queremos que no Chile exista uma cultura pró-vida, onde as pessoas não sejam discriminadas pela sua condição social, sua situação econômica nem pelo seu estado de desenvolvimento”, expressou o presidente de ChileSiempre, José Francisco Lagos.

Por outro lado, ‘Cristianos ProVida’ propôs realizar no dia 10 de março uma jornada de jejum e oração nas redes sociais para mostrar que a fé é o melhor instrumento para combater a lei antivida. Para isso, promove a hashtag #10demarzo.

“A oração e o jejum, quando estão revestidos pelo escudo da fé, são as armas mais poderosas e mortíferas para derrotar o inimigo, especialmente se são feitas em unidade, ou seja, todos os crentes orando e jejuando ao mesmo tempo”, indicam em sua conta do Facebook.

Nesse sentido, a plataforma digital CitizenGo publicou um abaixo-assinado contra o projeto de aborto. “Uma sociedade moderna com sensibilidade social deve implementar programas sociais que apoiem as mulheres em situação de vulnerabilidade e não lhes oferecer falsas soluções que acabam no abandono”, afirmam.

“Nossa Constituição pede proteger a vida dos não nascidos. Como vamos proteger uma vida acabando com ela? Vocês não podem ficar indiferentes ao mandato constitucional. Muito pelo contrário, devemos ser os primeiros a cumprir e fazer com que a norma máxima seja cumprida”, indicam no texto da campanha.