ATLANTA, 16 Set. 16 / 05:00 pm (ACI).- Paul e Maritza, dois transexuais arrependidos, falaram sobre o seu caso no programa “Camilo” da rede CNN (Espanhol) – apresentado pelo jornalista Camilo Egaña– denunciando que a redesignação de sexo de menores “é um experimento” no qual usam as crianças “como cobaias de laboratório”.

 

“Meus convidados fizeram todo o caminho, todo o círculo, apostaram em ser o que não eram e agora apostaram para voltar ao que eram inicialmente, consideram que a transexualidade é uma doença”, explicou Camilo Egaña no início do programa.

Através de uma ligação telefônica estava a psicóloga Marisa Azaret, colaboradora frequente da CNN em temas relacionados à saúde.

Maritza, que se arrependeu depois de submeter-se à mudança de sexo com o nome de Mark, questionou a psicóloga acerca de “quais exames objetivos, não subjetivos” existem para justificar a cirurgia de mudança de sexo de menores.

A psicóloga Azaret, “em uma resposta clara” admitiu que “não existe nenhum exame objetivo nem subjetivo” a respeito.

“É necessário observar a criança”, disse, pois “estamos no negócio de ajudar a criança, estamos no negócio de ajudar a família. Deve-se observar a criança, e deixa-la brincar com o que ela quiser, e pouco a pouco ela mesmo irá nos guiando”.

“É uma população que existe e nós não somos ninguém para julgar nem para modelar”, mas “vamos deixar que ela nos mostre esse caminho, nos oriente”.

Camilo Egaña interrompeu a conversação da psicóloga, expressando que Paul e Maritza “não acreditam no que você está falando”.

Paul advertiu que “isto é um experimento. É como se as crianças fossem cobaias de laboratório”.

“Eles não sabem o que vai acontecer com eles, e eles estão ‘vendo como são injetados hormônios neles, vendo que bloqueiam a sua puberty’ (puberdade) ”, criticou.

“Na verdade, vocês não sabem o que estão fazendo”, sentenciou Paul na frente das câmeras.

Em seguida, o apresentador perguntou se Paul e Maritza “acreditam que os psicólogos, os psiquiatras, ficam ricos com isto” e ambos responderam afirmativamente.

“Chegam a ganhar 20.000 dólares por uma injeção que coloca um implante” nos menores, disse Paul.