Lima, 30 Abr. 15 / 02:12 pm (ACI/EWTN Noticias).- Durante o debate para despenalizar o aborto por estupro no Peru, líderes pro-vida apresentaram à Comissão de Justiça e Direitos humanos do Congresso do Peru a verdadeira agenda dos grupos e mulheres que promovem este tipo de leis e o impacto que teriam no país: “O que elas querem é dinheiro”.

 

No Peru, onde o aborto é proibido e penalizado nos casos de estupro da mãe houve uma iniciativa patrocinada pelas ONGs feministas que promovem o aborto de recolher mais de 60 mil assinaturas pedindo ao congresso peruano sua aprovação.

No 28 de abril, no plenário do congresso do país se apresentaram a Bióloga Carol Maraví, Secretária Executiva da Comissão Episcopal da Família e da Vida da Conferência Episcopal Peruana; João Velásquez Salazar, assessor legal da Arquidiocese de Arequipa; e Amparo Medina, ex-funcionária da Organização das Nações Unidas e atual assessora da Pastoral Familiar da Arquidiocese de Quito e presidente da Rede Pró Vida e Família do Equador.

Amparo Medina, pela sua experiência na ONU conhece a agenda do lobby abortista, advertiu que esta Organização não busca o direito à saúde da mulher, o único que busca são os lucros econômicos com as farmacêuticas que o financiam.

Em declarações feitas ao Grupo ACI, após a sua participação no Congresso, Medina explicou: “as pessoas que promovem o aborto por estupro estão procurando o bem dos grupos farmacêuticos que financiaram seus projetos, ou das empresas como a Playboy”.

“Existe, na verdade uma campanha a nível internacional de várias ONGs, incluindo o Fundo de População das Nações Unidas que impulsiona o aborto no nosso continente, explicou Medina, e acrescentou: “os projetos de lei apresentados para legalizar o aborto por estupro no Peru e em outros países da América Latina apresentam o mesmo marco legal e a mesma estrutura legal”.

Amparo Medina sublinhou que esta é uma estratégia internacional marcada por estes “órgãos interessados unicamente nos lucros econômicos”.

“O que lhes interessa é apenas vender seus produtos, e não onde são fabricados, como são fabricados, ou as consequências desse aborto”, disse Amparo Medina ao final de sua entrevista ao Grupo ACI em Lima.