Fundador do projeto de “promoção e dignificação da mulher e da família” morreu no dia 13 de março de 1966

 

Lisboa, 05 mar 2015 – O Instituto Secular das Cooperadoras da Família (ISCF) vai assinalar no dia 13 de março os 50 anos da morte de monsenhor Alves Brás, fundador de um projeto de “promoção e dignificação da mulher e da família”.

“Um homem visionário que nasceu em 1899 em Casegas, concelho da Covilhã, e que pautou a sua vida pela promoção e dignificação da mulher e da família”, refere um comunicado do ISCF a respeito de monsenhor Alves Brás enviado hoje à Agência ECCLESIA.

O fundador da “Família Blasiana”, que criou a Obra de Santa Zita (OSZ), o Instituto Secular das Cooperadoras da Família (ISCF), o Movimento por um Lar Cristão (MLC), o Centro de Cooperação Familiar (CCF) e o Jornal da Família, foi “pioneiro na Pastoral Familiar”.

“Um trabalho que se traduziu na fundação de inúmeras casas de acolhimento e formação das então chamadas ‘criadas de servir’. Todo este trabalho teve como objetivo a dignificação, a promoção e santificação da família”, acrescenta o comunicado.

O trabalho iniciado pelo “apóstolo da família” é hoje concretizado por 270 cooperadoras da família que têm a cargo 22 casas em Portugal de “apoio à infância e à terceira idade, centros de aconselhamento familiar e matrimonial” e missões na Colômbia, Brasil, Espanha, França, Itália e Angola (Cabinda).

“Numa altura em que se assinalam 50 anos sobre a morte do Fundador a coordenadora-geral do ISCF, Alice Cardoso, afirma que “amar, cuidar, preservar, desenvolver e enriquecer este património espiritual é tarefa e responsabilidade de todas e de todos os dias”.

50 anos depois “aquele que foi o Apóstolo da Família em Portugal permanece vivo na sua Obra, toda ela vocacionada para a promoção e a dignificação da mulher e da família”, Alice Cardoso citada pela página da internet do ISCF.

Os 50 anos da morte de monsenhor Alves Brás vão ser assinalados no dia 11 de março em Carcavelos, numa homenagem ao Fundador é feita pelas Cooperadoras da Família; no dia 12 na Póvoa de Varzim e Fátima; a 13 de março, dia dos 50 anos da morte, em Lisboa, Porto, Braga, Castelo Branco, Coimbra, Elvas, Faro, Figueira da Foz, Funchal, Guarda, Portalegre, Viseu, Casegas, Cabinda, Brasil, Madrid, Roma, Paris e Colômbia.

“A Família Blasiana convida todos os interessados em tomar partes destas celebrações para fazer memória do Fundador falecido em 1966 e agradecer a vasta Obra criada em prol da Igreja e da sociedade”, conclui o comunicado.

Agência Ecclesia