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“É preciso encarar de frente as causas desta crise”

Numa semana dominada pelo fim das curtas tréguas na guerra da Síria e pelo debate internacional dedicado aos refugiados, Pedro Krupenski comenta, em entrevista ao VER, os principais desafios globais que têm um impacto negativo crescente na profunda crise humanitária que o mundo atravessa. Para o presidente da Plataforma Portuguesa das ONGD, perante um “desfasamento entre o discurso e a prática gritante”, é preciso “encarar as causas desta crise”. Ou seja, denunciar uma vontade política que não existe

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7.O caminho do discernimento

A Família: Um olhar a partir da beleza e da bondade

 
Continuando a reflectir sobre a Exortação Apostólica Pós-Sinodal «A alegria do Amor», destaco aquela que me parece ser uma das propostas centrais do papa Francisco e que, como anteriormente já tive ocasião de afirmar, significa uma clara opção de caminho.

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RIO 2016 E AS ATRIBULAÇÕES OLÍMPICAS

A 21 dias do início dos Jogos Olímpicos, o Rio de Janeiro parece estar (quase) pronto para receber atletas e turistas que, de 5 a 21 de Agosto, animarão aquela cujo “cognome” é mundialmente conhecido como a “cidade maravilhosa”. Apesar de todos os megaeventos desportivos serem propícios a contratempos – uns mais gravosos do que outros – a verdade é que, associados às calamidades políticas, sociais e económicas que grassam por todo o Brasil, os problemas que afectaram – e continuam a afectar – estes Jogos parecem fazer parte de uma conspiração por parte dos deuses do Olimpo

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Quantas tragédias poderiam ser evitadas pela educação de direitos humanos?

Para um activista de direitos humanos, o mundo não é um sítio fácil. Basta abrir os jornais, folhear uma revista ou ir ao Facebook ou Youtube para perceber as inúmeras situações gravíssimas. Os Estados incumprem diariamente os seus deveres. O dever de protecção, o dever de prevenção. Afinal na miríade de tragédias diárias, quantas poderiam ser evitadas por uso de investigação ou educação de direitos humanos?

POR CLAUDIA PEDRA, Directora, NSIS - Network of Strategic and International Studies

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Quando a turbulência se transforma no novo normal

Tendo como ponto de partida o mundo VUCA – o acrónimo em inglês para volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade – a AESE Business School reuniu um conjunto variado de oradores para discutir os desafios e oportunidades que se colocam às empresas que, se quiserem sobreviver e crescer, terão de se adaptar a este nem sempre admirável mundo novo. Contextualizar os elementos presentes no acrónimo criado pelas forças militares americanas nos anos de 1990 e transpô-los para o quotidiano organizacional é o objectivo deste artigo

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